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Índice

 
Este é o índice do Volume I do livro Cálculo Financeiro. Casos Reais Resolvidos e Explicados:
 
CASOS REAIS – Regime de Juro Simples, Regime de Juro Composto, Taxas de Juro 
Caso Real 1 – BPI Rendimento Imobiliário 2005-2009 
Caso Real 2 – BPI Novo Aforro Familiar 
Caso Real 3 – BPN - Preçário (Taxas de Juro Passivas) 
CASOS REAIS – Produtos de Poupança a Médio/Longo Prazo 
Caso Real 4 – Crédito Agrícola - Poupança 
Caso Real 5 – BPI - PPR 
Caso Real 6 – BPI - Simulador de Reforma 
Caso Real 7 – Montepio - Simulador de Complemento de Reforma 
Caso Real 8 – BPI - Plano de Reforma 
CASOS REAIS – Leasing 
Caso Real 9 – Banco Popular (Prestações constantes e postecipadas) 
Caso Real 10 – Banco Popular (Prestações constantes e antecipadas) 
Caso Real 11 – Montepio (Prestações constantes e antecipadas) 
Caso Real 12 – Banif (Prestações constantes e antecipadas; taxa de juro desconhecida) 
Caso Real 13 – Millennium BCP (Com Entrada Inicial) 
Caso Real 14 – CGD (Com Entrada Inicial)
Caso Real 15 – BPI (Com Entrada Inicial)
CASOS REAIS – Crédito Habitação 
Caso Real 16 – BPI (Prestações Constantes) 
Caso Real 17 – Banif Crédito Habitação Jovem (Prestações Constantes) 
Caso Real 18 – BPI (Prestações Constantes com Valor Residual) 
Caso Real 19 – BES Prestação Mínima (Prestações Constantes, Carência de Capital, Valor Residual) 
Caso Real 20 – Banco Popular Habitação Jovem Segura (Prestações Constantes, Taxa Fixa 5 anos) 
Caso Real 21 – Montepio (Prestações Constantes, Carência de Capital, Spread Promocional 0%) 
Caso Real 22 – BES Harmónio (Prestações Constantes mesmo quando a taxa de juro varia, através do ajustamento do prazo remanescente) 
Caso Real 23 – BES Intervalo (Prestações Constantes, possibilidade de interromper temporariamente o pagamento de amortização de capital) 
Caso Real 24 – BES Prestação Segura (Prestações Constantes, Spread diferente primeiros 5 anos) 
Caso Real 25 – Millennium BCP Prestação Indexada com Redução (Prestações Constantes, mas reduzida nos primeiros 2 anos) 
Caso Real 26 – BPI Prestações Mistas (Prestações crescentes em progressão geométrica nos primeiros 10 anos; a partir daí, prestações constantes) 
CASOS REAIS – Crédito Pessoal 
Caso Real 27 – Banif Crédito Pessoal Universitário (Prestações constantes, Imposto do Selo à parte)
Caso Real 28 – Montepio Crédito Universitário (Prestações constantes, incluindo o Imposto do Selo)
Caso Real 29 – BPI Crédito Pessoal (Prestações constantes, incluindo o Imposto do Selo)
CASOS REAIS – Obrigações 
Caso Real 30 – BPI Obrigações de Caixa Rendimento Fixo Crescente 2007/2012
ANEXOS
Anexo I – Valores diários da Euribor a 3 meses (Euribor 3M) e a 12 meses (Euribor 12M) em Dez/2007 
Anexo II – Valores diários da Euribor a 1 mês (Euribor 1M) em Janeiro de 2008 
Anexo III – Referência a alguma legislação relevante publicada recentemente

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Carlos Miguel Costa Leme 2010-03-26 BASTOTAMEGA LDA Sócio Gerente (TOC) Sou um antigo aluno da ESTV do IPV, do curso de Gestão, infelizmente não fui seu aluno mas segui a sebenta da sua autoria, essa sebenta tem-me servido para a vida prática.
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Renda perpétua
Diz-se habitualmente que uma renda é perpétua se o seu número de termos é ilimitado. É uma má definição. É preferível dizer que uma renda é perpétua se o seu último termo já não acrescentar valor significativo ao valor actual (global) da renda (numa renda perpétua só faz sentido calcular o respectivo valor actual, não o valor acumulado). É perfeitamente possível que uma renda com 100 termos, por exemplo (número limitado e baixo, portanto) possa ser considerada como "perpétua" (basta que a taxa seja suficientemente elevada para que o valor actual do 100º termo se aproxime de 0). No fundo, o que determina se uma renda é perpétua ou temporária não é (apenas) o número dos seus termos, mas sim o número de termos e (também) a taxa considerada.
(c) 2014 Rogério Matias. Todos os direitos reservados.