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Errata

 

Esta página contém a lista das correções que devem ser feitas à 3ª edição do livro Cálculo Financeiro. Teoria e Prática (as sempre incómodas "gralhas"...). Indica-se com um asterisco a(s) página(s) que foi (foram) corrigida(s) mais recentemente. Será atualizada sempre que uma gralha seja detetada pelo autor ou lhe seja comunicada, pelo que se agradece a colaboração nesse sentido.

 

Página Local Onde está... Deve ler-se... Data de inserção
186 * Enunciado do exercício 3.17 (...) faltam 30 dias para o vencimento. (...) faltam 30 dias para o vencimento. (Assuma a utilização do ano civil) 20/10/2009
198 * Solução al. b) do Exercício R-3.3 PLD L2 = 9.868,60 euros PLD L2 = 9.837,40 euros 20/10/2009

 

 

 

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Renda perpétua
Diz-se habitualmente que uma renda é perpétua se o seu número de termos é ilimitado. É uma má definição. É preferível dizer que uma renda é perpétua se o seu último termo já não acrescentar valor significativo ao valor actual (global) da renda (numa renda perpétua só faz sentido calcular o respectivo valor actual, não o valor acumulado). É perfeitamente possível que uma renda com 100 termos, por exemplo (número limitado e baixo, portanto) possa ser considerada como "perpétua" (basta que a taxa seja suficientemente elevada para que o valor actual do 100º termo se aproxime de 0). No fundo, o que determina se uma renda é perpétua ou temporária não é (apenas) o número dos seus termos, mas sim o número de termos e (também) a taxa considerada.
(c) 2014 Rogério Matias. Todos os direitos reservados.