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Índice

 

Este é o índice da 1ª edição do livro Cálculo Financeiro. Teoria e Prática:

 
1 – INTRODUÇÃO
2 – REGIMES DE EQUIVALÊNCIA 
  2.1 – Regime de Juro Simples 
  2.2 – Regime de Juro Composto 
  Exercícios de Aplicação
3 – EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS
  3.1 – Capitalização e Actualização. Caracterização 
  3.2 – Equivalência de Capitais em Regime de Juro Simples 
  3.3 – Equivalência de Capitais em Regime de Juro Composto 
  3.4 – Factores de Equivalência – Quadro-Resumo 
  3.5 – Equações de Equivalência. Importância da Data Focal no Desconto Simples 
  Exercícios de Aplicação
4 – RENDAS EM REGIME DE JURO COMPOSTO 
  4.1 – Conceito e Caracterização. Conceito de Origem da Renda. Definição de Valor Acumulado e de   Valor Actual de uma Renda de Termos Quaisquer 
  4.2 – Classificação das Rendas
  4.3 – Rendas Temporárias
    4.3.1 – Rendas Temporárias de Termos Constantes
    4.3.2 – Rendas Temporárias de Termos Variáveis
      4.3.2.1 – Rendas Temporárias de Termos Variáveis em Progressão Aritmética
      4.3.2.2 – Rendas Temporárias de Termos Variáveis em Progressão Geométrica
  4.4 – Rendas Perpétuas
    4.4.1 – Rendas Perpétuas de Termos Constantes
    4.4.2 – Rendas Perpétuas de Termos Variáveis
        4.4.2.1 – Rendas Perpétuas de Termos Variáveis em Progressão Aritmética
        4.4.2.2 – Rendas Perpétuas de Termos Variáveis em Progressão Geométrica
  4.5 – Sistematização e Síntese
  Exercícios de Aplicação
5 – AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS CLÁSSICOS 
  5.1 – Introdução. Generalidades Relativas a Amortização de Empréstimos. O Quadro de Amortização 
  5.2 – Algumas Modalidades de Amortização de Empréstimos
    5.2.1 – Sistema Francês 
      5.2.1.1 – Sistema Francês “Puro” 
      5.2.1.2 – Sistema Francês com Prazo de Carência 
      5.2.1.3 – Sistema Francês com Prazo de Diferimento
      5.2.1.4 – Sistema Francês com Prestações Antecipadas
      5.2.1.5 – A Locação Financeira
    5.2.2 – Sistema de Amortizações Constantes
      5.2.2.1 – Sistema de Amortizações Constantes “Puro” (Juros Pagos Periodicamente) 
      5.2.2.2 – Sistema de Amortizações Constantes com Juros Pagos “à Cabeça” 
      5.2.2.3 – Sistema de Amortizações Constantes com Juros Pagos no Final do Prazo
    5.2.3 – Sistema Americano
      5.2.3.1 – Sistema Americano “Puro” (Juros Pagos Periodicamente) 
      5.2.3.2 – Sistema Americano com Juros Pagos “à Cabeça” 
      5.2.3.3 – Sistema Americano com Juros Pagos no Final do Prazo
      5.2.3.4 – O Fundo de Amortização
  Apêndice 1 – A T.A.E.G. – Taxa Anual de Encargos Efectiva Global
  Apêndice 2 - Outras Modalidades de Amortização de Empréstimos
  Exercícios de Aplicação
6 – EMPRÉSTIMOS OBRIGACIONISTAS
  6.1 – Generalidades Relativas a Empréstimos Obrigacionistas. O Quadro de Amortização
  6.2 – Algumas Modalidades de Amortização de Empréstimos Obrigacionistas
  6.3 – Aspectos Específicos dos Empréstimos Obrigacionistas
  Exercícios de Aplicação
7 – NOÇÕES BÁSICAS DE AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS
  7.1 – Introdução. Investimentos em Activos Reais e Investimentos em Activos Financeiros 
  7.2 – Avaliação de Investimentos em Activos Reais
  7.3 – Avaliação de Investimentos em Activos Financeiros
  Exercícios de Aplicação
ANEXOS 
  Anexo I – Conceitos Fundamentais de Matemática e Alguns Exemplos de Aplicação no Cálculo   Financeiro 
  Anexo II – Generalidades sobre Utilização de Calculadoras Financeiras 
  Anexo III – Tabelas Financeiras 
  Anexo IV – Soluções dos Exercícios de Aplicação Propostos

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Hugo Ferraz 2004-11-08 Escola Profissional de Ourém Consultor Formador Área da Gestão de Empresas; Coordenador Departamento Formação Empresarial Escola O texto apresenta uma simplicidade e objectividade de linguagem que certamente motivarão qualquer leitor no percurso de aprendizagem que deverá fazer. Não só por isso, mas também devido a esse facto, as minhas felicitações. Prova disso são os inúmeros comentários que já tive ocasião de vir a fazer ao livro, em inúmeras ocasiões: nos grupos de formação em que participo como formador, com os meus conhecidos e a outros colegas com responsabilidade em associações empresariais. Apesar de ter a quase totalidade do meu tempo comprometido, a simplicidade e facilidade com que desenvolve as temáticas fizeram com que em relativamente pouco tempo pudesse ficar com uma ideia significativamente precisa sobre os fundamentos técnicos e científicos subjacentes.
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Carência (Período de)
Período de tempo durante o qual o mutuário apenas paga os juros devidos relativamente a um empréstimo contraído. Por vezes, também se designa de carência o período de tempo durante o qual o credor não efectua qualquer pagamento (nem amortização de capital, nem juros), mas neste caso é mais correcto falar de "diferimento".
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