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Prof. Doutor João Borges de Assunção 2008-04-27 Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais - Univ. Católica Portuguesa (Lisboa) Esta obra [Casos Reais Resolvidos e Explicados] baseia-se numa ideia original e interessante para demonstrar a utilidade prática do Cálculo Financeiro. O autor propõe-nos uma viagem pelo universo dos produtos e serviços que os bancos portugueses oferecem nos seus sites na Internet. (in Prefácio)
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Renda perpétua
Diz-se habitualmente que uma renda é perpétua se o seu número de termos é ilimitado. É uma má definição. É preferível dizer que uma renda é perpétua se o seu último termo já não acrescentar valor significativo ao valor actual (global) da renda (numa renda perpétua só faz sentido calcular o respectivo valor actual, não o valor acumulado). É perfeitamente possível que uma renda com 100 termos, por exemplo (número limitado e baixo, portanto) possa ser considerada como "perpétua" (basta que a taxa seja suficientemente elevada para que o valor actual do 100º termo se aproxime de 0). No fundo, o que determina se uma renda é perpétua ou temporária não é (apenas) o número dos seus termos, mas sim o número de termos e (também) a taxa considerada.
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